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Prefeitura e entidades buscam solução para redução na alíquota do ISSQN

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Foto: Divulgação (Fernando Boscardin, presidente do Sindicato da Hotelaria)

A Prefeitura de Gramado juntamente com o Sindicato da Hotelaria e Restaurantes Bares e Similares , Convention & Visitors Bureau da Região das Hortênsias, Câmara de Vereadores e Corpo de Bombeiros, vem se reunindo para encontrar uma solução para diversos impasses que estão afastando os eventos de Gramado.

O presidente do Sindicato da Hotelaria, Fernando Boscardin(foto), disse que “é elogiável a decisão da Prefeitura através das Secretárias Rosa Helena Volk (Turismo) e de Sônia Molon (Fazenda) sob a coordenação do vice-prefeito, Luia Barbacovi em buscar uma solução para deixar Gramado ainda mais competitiva para atrair e reter os eventos”.

O projeto de lei será encaminhado para Câmara de Vereadores solicitando a redução do ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), que hoje é de 5% e que deverá passar para 2%, mas não é apenas este quesito que preocupa as entidades e a Prefeitura tem outras questões como por exemplo, que envolve o Corpo de Bombeiros que é adequação da Lei Estadual , chamada de Lei Kiss que não existe em outros estados, sendo que em muitos casos para se fazer um evento é preciso fazer o PCCI, contratar engenheiro, arquiteto além de taxas que são cobradas. Boscardin aponta que “evidentemente estamos preocupados com a segurança, porém temos que encontrar uma forma de nos tornar mais competitivos, cumprindo a legislação e o Corpo de Bombeiros tem contribuido.”

A Prefeitura também irá criar um grupo facilitador para atender os organizadores dos eventos, a ideia segundo Boscardin é atender os promotores de eventos, antes, durante e depois, oferecendo um trabalho diferenciado. “Nós do Sindicato mais o Convention, Câmara de Vereadores e a Prefeitura estamos empenhados para que Gramado seja ainda mais competitiva e conquiste grandes eventos.”
Este ano Gramado perdeu vários eventos para outras cidades. Apenas um hotel em Gramado perdeu 6 eventos, num prejuízo equivalente a R$ 2,5 milhões. “Não podemos mais nos dar a este luxo. Perde toda a comunidade porque o público de eventos é qualificado e gasta em lojas, hotéis e restaurantes, mais do que a média”, concluiu Fernando Boscardin.