/Turismo doméstico nacional: mudar já, antes que seja tarde. Partiu?!?

Turismo doméstico nacional: mudar já, antes que seja tarde. Partiu?!?

O turismo interno brasileiro está vivendo um grande dilema na sua autoafirmação enquanto atividade econômica. A ação ou omissão dos seus players, neste ano de 2021, poderá levar o segmento à um novo patamar de competividade ou relegá-lo à mediocridade de “Dantes no quartel de Abrantes”.

A preocupação em estarmos atentos é ainda maior, porque poderemos perder para nós mesmos – e, jamais duvide disso. Aponto aqui apenas duas razões que evidenciam que os segmentos, emissivo e receptivo, do turismo internacional brasileiro voltará com intensidade:

1) A reabertura das fronteiras, com a retomada dos voos internacionais;

2) A demanda represada das viagens internacionais da classe abastada brasileira ávida por retomar sua rotina ao turismo no exterior. 

Para esses dois segmentos do turismo o sucesso é só uma questão de tempo. Isto, mesmo com o dólar na estratosfera e a péssima imagem do brasil, no exterior, gerada pela incompetência do governo federal, no combate a pandemia da Covid-19.

OK. E nós, que integramos os segmentos do turismo receptivo e emissivo nacional – qual será o nosso destino? o que precisamos nos atentar para não perdemos o bonde da história?       

O nosso sucesso ou não dependerá da resolução que formos capazes de oferecer para três dilemas:

Dilema 1 – A encruzilhada

Aqui é o ponto de partida. Precisamos ter clareza que é necessário:

(1) Tomar uma decisão. Ficar indiferentes neste momento poderá significar a assinatura da sentença de morte para negócios do setor e a condenação do turismo interno a continuar no ostracismo – de múltiplos caminhos, um verdadeiro “cada um para si e Deus para todos”;

(2) Acertar o caminho. Nada adiantará se a tomada de decisão for errada.

Dilema 2 – Qual é o caminho certo?

O caminho acertado será aquele que levará ao fortalecimento da economia brasileira do turismo; ao estímulo do empreendedorismo no setor; ao empoderamento de todos os empreendedores da cadeia; bem como, à geração de benefícios, igualmente, para todos os seus participantes – produtores, varejistas, destinos, viajantes e turistas.

É o caminho do mundo digital, que tem a Internet como autopista e, a web por veículo.

Dilema 3 – Sozinhos ou acompanhados?

Já nesta etapa, o dilema é de mais fácil solução, seguindo a lógica que indica a solução para os dois primeiros. 

O caminho jamais será isolado, do mindset do mundo da concorrência -, do “eu sozinho”; do “quem pode mais chora menos”.

Será, sem sombra de dúvida – acompanhados -, unidos e inseridos no universo da economia colaborativa e do consumo compartilhado.

A economia do compartilhamento é o mantra dos negócios desses novos tempos

Conclusão:

Os nossos destinos estão nas nossas mãos. Juntos somos mais fortes e chegaremos mais longe.

Vadis da Silva

CEO da Gestour Brasil e fundador do e-Marketplace Cooperativado do Turismo Receptivo Brasileiro.

Sobre o Gestour:

Formado hoje por 6.811 lojas virtuais integradas, o e-marketplace integra destinos e empresas e tem por missão colaborar com a oferta de infraestrutura tecnológica e inteligência de negócios e a inserção de todos os players na economia compartilhada, transformando destinos e empresas em hubs de negócios do turismo brasileiro. O turismo brasileiro em rede e na rede.

Para conhecer o e-Marketplace Cooperativado do Turismo Receptivo da cidade de Gramado acesse: www.gestour.com.br/gramado.

Para saber mais, acesse: www.turismomeunegocio.com.br e www.youtube.com/gestourbrasil 

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