/Vencedores do 43º Festival de Cinema de Gramado

Vencedores do 43º Festival de Cinema de Gramado

Elenco do filme Ausência. 

Foto: Cleiton Thiele-Agência PressPhoto/ Divulgação

O 43º Festival de Cinema de Gramado consagrou o longa-metragem brasileiro “Ausência”, que levou quatro Kikitos para casa, entre eles o de Melhor Filme e Melhor Diretor, para Chico Teixeira. Outros três filmes dividiram os 12 Kikitos para longas-metragens brasileiros com “Ausência”: “O Último Cine Drive-In”, “Um Homem Só” e “Ponto Zero”.

Entre os latino-americanos, o argentino “La Salada” foi eleito Melhor Filme pelo júri do festival e pelo júri da crítica. “É difícil falar agora, estou muito nervoso, de verdade não esperávamos”, confessou, emocionado, um dos protagonistas.

Equipe do filme La Salada. (Foto: Cleiton Thiele-Agência PressPhoto/Divulgação)

 

Os outros cinco prêmios para as produções faladas em castelhano foram divididos entre o cubano “Venecia” e o mexicano “En La Estancia”, que levou para casa o troféu Dom Quixote concedido pela Federação Internacional de Cineclubes (FICC).

Equipe do filme Venecia. (Foto: Edison Vara-Agência PressPhoto/Divulgação)

 

A produção colombiana “Ella” foi eleito o melhor filme pelo público de Gramado. Já os troféus distribuídos para produções em curta-metragem premiaram títulos variados, destacando-se “O Corpo”, Melhor Filme e Fotografia – ele já havia sido o grande vencedor da mostra de curtas gaúchos.

A banda Rock de Galpão embalou a noite que lotou o Palácio dos Festivais e terminou com a tradicional fotografia dos vencedores.

Curtas Brasileiros: O Corpo recebe o prêmio de Melhor Filme. ( Foto: Edison Vara-Agência PressPhoto/Divulgação)

 

Curta-metragem brasileiro

Melhor Desenho de Som: Tiago Bello, por “O Teto Sobre Nós”

Melhor Trilha Musical: Felipe Junqueira e Samuel Ferrari, por “Miss & Grubs”

Melhor Direção de Arte: Welton Santos, por “Miss & Grubs”

Melhor Montagem: Chico Lacerda, por “Virgindade”

Melhor Fotografia: Arno Schuh, por “O Corpo”

Melhor Roteiro: Tiago Vieira e Fabrício Ide, por “Quando parei de me preocupar com canalhas”

Melhor Atriz: Giuliana Maria, por “Herói”

Melhor Ator: Matheus Nachtergaele, por “Quando parei de me preocupar com canalhas”

Prêmio Especial do Júri: “Haram”

Melhor Filme Júri Popular: “Bá”, de Leandro Tadashi

Melhor Diretor: Bruno Carboni, por “O Teto Sobre Nós”

Melhor Filme: “O Corpo”, de Lucas Cassales

Prêmio Canal Brasil: “Dá Licença de Contar”, de Pedro Serrano

Júri da Crítica – Curta-Metragem: “Dá Licença de Contar”, de Pedro Serrano

Equipe do filme O último cine drive-in. (Foto: Cleiton Thiele-Agência PressPhoto/Divulgação)

 

Longas estrangeiros

Melhor Fotografia: Nicolas Ordoñez, por “Venecia”

Melhor Atriz: Claudia Muñiz, Marianela Pupo e Maribel García Garzón, por “Venecia”

Melhor Roteiro: Carlos Armella, por “En La Estancia”

Melhor Ator: Gilberto Barraza, por “En La Estancia”

Melhor Filme Júri Popular: “Ella”, de Libia Stella Gómez

Melhor Diretor: Kiki Alvarez, por Venecia

Melhor Filme: “La Salada”, de Juan Martin Hsu

Prêmio Dom Quixote: “En La Estancia”, de Carlos Armella

Júri da Crítica – Longa Estrangeiro: “La Salada” de Juan Martin Hsu

Longas Brasileiros:  Equipe de Ausência recebe o prêmio de Melhor Filme. Foto: Edison Vara-Agência PressPhoto/Divulgação

 

Longas Brasileiros

Melhor Desenho de Som: “Ponto Zero”

Melhor Atriz Coadjuvante: Fernanda Rocha, por “O Último Cine Drive-In”

Melhor Ator Coadjuvante: Otavio Muller, por “Um Homem Só”

Melhor Trilha Musical: Alexandre Kassin, por “Ausência”

Melhor Direção de Arte: Maíra Carvalho, por “O Último Cine Drive-In”

Melhor Montagem: Frederico Brioni, por “Ponto Zero”

Melhor Fotografia: Adrian Tejido, por “Um Homem Só”

Melhor Roteiro: Chico Teixeira, César Turim e Sabina Anzuategui, por “Ausência”

Melhor Atriz: Mariana Ximenes, por “Um Homem Só”

Melhor Ator: Breno Nina, por “O Último Cine Drive-In”

Melhor Filme Júri Popular: “O Outro Lado do Paraíso”, por André Ristum

Melhor Diretor: Chico Teixeira, por “Ausência”

Melhor Filme: “Ausência”, de Chico Teixeira

Júri da Crítica – Longa Brasileiro: “O Último Cine Drive-In”, de Iberê Carvalho