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Vinhos Rosé: bebam sem preconceito

O Vinho rosé nasceu na Provence, foi ganhando o mundo, e no domingo, dia 13, comemorou o dia mundial deste néctar dos Deuses. No Brasil, demorou um pouco para tomar corpo, porém os dados atuais mostram que o preconceito ficou de lado, há muito tempo.

Menos complicado, fácil de beber e combina muito com o Brasil – um pais tropical , sendo um dos fatores das vendas terem disparado durante a pandemia. O mercado de vinho brasileiro, de modo geral, está mais aquecido do que nunca. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo da bebida cresceu 18,4% no último ano. Em 2019 o país consumiu 360 milhões de litros; já em 2020, 430 milhões de litros.

O salto dos rosés é ainda mais expressivo. De acordo com dados da Ideal Consulting, entre 2014 e 2018, seu consumo aumentou de um milhão de litros para mais de cinco milhões. Somente de janeiro a setembro de 2020, o volume comercializado teve um salto de 37,2%.

Um dos principais motivos que indica que os rosés não serão apenas uma moda passageira , é a sua versatilidade. Seja na ocasião ou na forma de consumo, beber rosé parece muito menos complicado para quem não é especialista em vinhos. Não à toa, a bebida está sendo cada vez mais utilizada em drinks na coquetelaria.

O rosé é um vinho produzido por meio da maceração de uvas tintas, que permanecem menos tempo em contato com as cascas. Sua produção tem como berço mundial essa maravilhosa região francesa da Provence, que encanta o mundo com suas belas praias e seu glamour. Mas não é só na Provence que esses vinhos têm espaço; em países europeus como Itália, Portugal e Espanha, os rosados ou rosatos também têm importância. E no Brasil então, nem se fala.

Esse estilo de vinho também pode ser produzido a partir do blendes tintos com brancos. Recentemente o mercado ganhou a presença do Lote Frighetto, que chega ao mercado com mais um opção de vinho rosé para degustar a qualquer momento.

Tim-tim!!!